Meme: Game Design ao extremo

A convite do Tiago, aqui está a minha lista de jogos Flash que por algum motivo eu gostei:

  • Little Wheel Vocês sabem o porquê.
  • Pandemic 2 O interessante do jogo é o nível do detalhe da mecânica do jogo: forma como a doença se espalha, tomando outros continentes; a histeria da sociedade, fechando as fronteiras e impedindo os transportes internacionais. Tudo isso dá uma impressão de que você está um mini-mundo, vendo o sofrimento alheio e se divertindo com isso. Já sabemos como algumas divindades se sentem. =D
  • Last Stand Um dos primeiros “defence area” que joguei, é marcante pelo desafio de gerenciamento de recursos que ele dá. Aquela expectativa de encontrar um novo sobrevivente para ajudar ou uma arma mais potente, equilibrar entre busca e reparo, são os pontos altos do jogo. A continuação recebe novas áreas e o fator de dias restantes, para angústia do jogador.
  • Bot Arena 3 Sempre achei interessante a idéia de luta entre robôs. Aqui você gerencia os pequenos gladiadores, equipando armas, armaduras e placas-mãe que vão mudando ao longo do jogo. Há categorias e cada uma delas tem a sua restrição.
  • I Love Traffic Único. É a melhor descrição que posso fazer. Controlar o tráfego e fazer com que os carros cheguem ao seu destino sãos e salvos é o desafio do jogo. Mas cada estágio tem uma configuração de pista, cruzamentos e carros. O melhor do jogo é quando acontecem os acidentes. =D
  • William and Sly É um jogo bem tranquilo e muito bem elaborado graficamente e sonoramente. O interessante dele é que não há mortes, nem situação de derrota, a menos quando a sua paciência acaba por perder muitas fadas e ter que coletá-las novamente.
  • The Space Game: Missions Bastante viciante, possui poucas armas e vários inimigos, sendo divididos em diferentes estágios. A estratégia pesa bastante para gerenciar os seus recursos em cada fase. Os inimigos podem aparecer de qualquer lado da tela, mas podem ser facilmente memorizados, o que ajuda um cado.
  • GemCraft Outro defense area! E outro com um diferencial dos demais. O fator de combinação de gemas que ele dá, além dos upgrades pessoais, dá tal destaque ao jogo, fazendo com que ele seja um dos mais jogados no Kongregate. A continuação dele é mais difícil, além de contar com outros itens e upgrades.

Por aqui é o suficiente. Espero ter conseguido explicar bem o que há de especial em casa jogo. Quem quiser conhecer mais jogos favoritos, acesse a minha lista. Convido a Miwi e o pessoal da Loodo para o meme.

P.S. Esse artigo não foi patrocinado pelo Kongregate. =D

Até o próximo artigo!

O problema de reposição

Particularmente, acho interessante quando um jogo de tabuleiro vem com aquele tanto de itens baseados no mote do jogo. Aviões, navios e bonecos do WAR; casas e prédios de Monopólio, etc.

Mas, ao caprichar nesse detalhe, acabamos por deixar o jogo muito frágil em questão de reposição. Veja só:

Se retirarmos uma carta de um baralho, o que pode ser feito para repor e continuar o jogo, sem que os outros jogadores identifiquem que carta é aquela?

Essa mesma pergunta poderá se aplicar ao dominó.

Perguntei ao pessoal do Loodo, via twitter, o que eles fariam se eles levassem um jogo para um local e tivesse esquecido o dado/roleta. Usar o celular, a opção deles, é interessante, assim como usar pedaços de papel com números e uma meia/sacola, ou um peão velho com algumas divisórias, ou fazer um origami :D

É chato perder um jogo inteiro por um detalhe, uma peça. Sorte que pessoal do Loodo praticamente não tem esse problema. :D

A rodinha

Você é aquele perto do círculo

Você é aquele perto do círculo

O mundo é dos robôs. Um certo dia acontece um acidente e o gerador principal é desligado. Vários anos se passam e um acontecimento faz com que você volte à ativa. Você é a única esperança em religar o tal gerador.

Simples, não?

Tão simples que  você pode terminá-lo em menos de meia hora. Um point-n-click curto e muito fácil: assim é possível descrever Little Wheel.

O que chama atenção nele são elementos secundários como o som, a movimentação e os toques de comédia que possui.

A música, um jazz, lembra aquelas trilhas de Tom&Jerry, apenas não tem aqueles realces de ações como no desenho.

A movimentação do personagem é bem fluida, natural. Em alguns momentos lembrou Wall-E, que, apesar de serem robôs, não possuem movimentos rígidos, é algo mais “humanizado”.

A graça do jogo são os pequenos eventos que acontecem com o personagem e a interação dele com o ambiente.

O que poderia ser feito?

Tomemos como base um outro point-n-click, o Morningstar.

Ele é mais complexo. A história é dada a você, mas você não sabe as causas, até onde isso vai ou o que é para fazer. Você tem que investigar o ambiente à procura de informações, buscar objetos e, às vezes, combiná-los para seguir adiante.

Espero que o desenvolvedor faça algo do tipo “Little Wheel: Another History”, contando a mesma história por outro personagem. Ele montou um belo universo e acho um desperdício não aproveitá-lo tão bem.

Até o próximo artigo.

00:18:01 não é 00:18:00

Time Attack é um recurso interessante de se ter em algum jogo. Não apenas pelo fator replay apenas, mas, também, incitar a necessidade da pessoa de se gabar por algo que fez.

Mas esse ainda não é o ponto onde eu quero tocar.

Quem nunca deparou com essa situação-título ultra broxante?

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Luz, câmera, AÇÃO!

Estive lendo uma notícia no Continue e deu um estalo sobre algo que nunca vi em um MMO: gravar vídeos personalizados das partidas.

Por exemplo: num MMORPG, o jogador entra num PvP e escolhe gravar a partida. Ao término da rodada, ele poderia escolher as posições da câmera e construir o vídeo a sua maneira, diferente das câmeras estáticas de alguns gravadores externos.

Quem aqui nunca viu aqueles montes de vídeos no Youtube/Metacafe/Etc, de vários jogos, mostrando algum feito que fulano conseguiu?

Isso daria um tchan nos jogos e a Internet ficaria lotada de vídeos. :)

Até o próximo artigo.