Entendendo The Sims
Muita gente se pergunta: “Por que The Sims faz tanto sucesso?”; ou então: “Como é possível que alguém dê uma continuação a essa porcaria?”; também tem o: “Como é que alguém vê graça nesse jogo? Se é que podemos chamar isso de jogo.”
Primeiro, vamos entender como é o jogo.

Explicando de uma forma bem simples: você escolhe a vizinhança, monta uma casa, cria um personagem, ou um grupo de personagens, é obrigado a “cuidar” do(s) avatar(es), satisfazendo suas necessidades básicas, interagindo com outras “pessoas” e reestruturando a casa por inteiro, inclusive sua mobília.
Simples, não é?

E de uma certa forma é.
Mas o que é interessante nele é a flexibilidade com que o mote central pode ser tratado, independente da idade ou da experiência da pessoa.
Hã? - Você me diz.
Vou explicar como acontece. Por exemplo:
Cada pessoa tem uma experiência de vida. A cada ano que passa, novos eventos são encarados e isso transforma a pessoa no que ela é hoje. Com isso, uma criança de 10 anos não terá a mesma experiência de vida que uma pessoa de 30 anos e, por consequência, não terá a mesma percepção sobre o que acontece ao redor dela.
Voltando ao caso de The Sims, uma criança poderá ver o jogo como uma casa de bonecas moderna, onde, ao invés dela ter uma outra criança para auxiliá-la na imaginação, o computador assumirá este papel, criando os eventos para que a criança tenha as tomadas de decisão. Um adulto o verá não somente como essa simples brincadeira, mas como algo mais, chegando, em alguns casos, a “satisfação pessoal”, ainda que virtualmente. Onde o avatar faz, ou torna-se, o que ela não é capaz na vida real.
Acredito que essa capacidade em agradar tantas vertentes, por poder atingir resultados variados, é que faz o sucesso de The Sims possível.
Coloquem aqui suas observações sobre esse jogo. Comente o seu ponto-de-vista. Vá além de um simples “não gosto” ou é “chato demais”.
Até o próximo artigo.
Outra coisa estremamente importante, Dauto: a inexistência de um “início-meio-fim”.
Jogos no estilo gerência chamam muito a atenção por causa disso: cada hora você faz uma coisa diferente, encara desafios imprevistos e modifica a experiência de jogo. Essa dinâmica aumenta a reutilização do jogo a níveis absurdos, especialmente quando este continua a ser alimentado com atualizações.
É o que me atrai nos gerenciadores, desde o SimCity ao Theme Hospital, passando também por aquele clássico Jurassic Park.
Típico artigo que eu queria ter escrito. Bateu benzaço!
The Sims é um jogo interessante e eu confesso que já me diverti um pouco com ele.
Uma coisa chata nele é quando você tem que administrar muitos personagens simultaneamente. Quando eu jogava, eu sempre criava uma família de uma cara sozinho e conseguia levar as coisas bem, mas quando a família virtual cresce (com casamento e filhos) fica impossível atender às necessidades de todo mundo. Aí o jogo vira uma grande corrida contra o tempo para deixar todos personagens felizes.
Depois de um tempo, mesmo sendo um jogo bem aberto, eu acho que ele enjoa. Não há tantas coisas assim pra se fazer. Eu nunca joguei nenhuma das expansões, mas acho que elas devem dar uma boa sobrevida à franquia, porque trazem novas situações para o jogo.
Boom!
eu amo The Sims sou simplismente fã du jogo
pq como amiigo a ciima disse, um jogo de simulaçaao imita muitas ocasioes q vivemos no nosso dia a dia e isso eh muito interessante e faz com que o jogo nao caia na rotina!
nunca joguei o The sims 2, mas vejo videos dele que nossa!
o jogo eh um 2º mundo!
e vai ter u The sims 3 em 2009 imaginem neah!
vai ser o maxiimo!
p.f preciso da vossa opiniao!
o Sims 2 mobilia IKEA é fixe?
obrigada
Nunca joguei essa expansão, Sila.
Pelo que li é apenas um pacote com um monte de móveis da marca IKEA.
Não adiciona recurso algum.
Se você quiser apenas novos móveis, deixando aqueles bregas, sem marcas, de lado, pode comprar sem risco. Mas se tiver procurando por algo mais, você pode se decepcionar.