28 de junho de 2008
Concordo com todos que disseram que a vinda da Ubisoft dará um certo “upgrade” no mercado de jogos. Ainda que ainda comece pequeno, apenas com o Nintendo DS, mas, em relação a isso, eu não tiro o mérito da estratégia deles.
O que torço é para que o que for montado aqui não seja um espelho do que acontece lá fora, com seus altos padrões de escolha.
“Caramba, você tá parecendo um chorão com isso…”
Mas é a verdade.
Vejamos os requisitos de alguns cargos na Ubisoft lá fora.
Senior Game Designer - Game Designer - Engenheiro de IA - Engenheiro de Animação
Será que aqui no Brasil há alguém que consiga atingir as características pedidas nesses requisitos?
Mesmo que haja, são poucos!
Conversando com o Rodrigo, eu tive a idéia da Ubisoft promover uma parceria semelhante que a Motorola tem com o C.E.S.A.R, em Recife. A promoção de curso específico para o desenvolvimento de jogos, com um foco mais comercial ajudaria a capacitar a mão de obra, sendo um referencial importante para a pessoa e, é claro, ela já estaria formatando a pessoa para os moldes de funcionamento da empresa.
Procurando por algum tipo de parceria nesse modelo, acabei encontrando a Ubisoft Campus (em francês), que possui 2 campi, sendo um em Quebec - Canadá (2005) e o outro em Casablanca - Marrocos (2008). Acredito que isso já é maior que eu propus, mas não seria nada mau ter um por aqui
Torço para que a empresa dê certo e que essa idéia que tive venha a acontecer algum dia.
Até o próximo artigo.
28 de junho de 2008 |
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4 de fevereiro de 2008
Antes de publicar a segunda parte do desafio, havia saído o resultado da primeira parte. E com 67% dos votos, o Tiago Frossard levou a melhor.
Não acho que um jogo é melhor do que o outro, até mesmo porque cada um foi diferente do outro, mas a elaboração do texto foi a chave.
Quanto mais detalhes você oferecer sobre o seu produto, mais pessoas podem adquirí-lo, mesmo que você não o tenha pronto.
Eu comparei o meu texto com o do Tiago e, realmente, ele mereceu ganhar porque ofereceu mais detalhes sobre o jogo.
Tenho que melhorar os meus textos. Não somente para o desafio, mas para os trabalhos futuros.
Deixo uma sugestão de avaliação dos outros exercícios que forem postados. Trocar a avaliação quantitativa por avaliação qualitativa. Mensurar pontos como originalidade, enredo, nível de detalhamento, etc. O melhor colocado será aquele que tiver uma melhor pontuação. Isso ajudará aqueles que estiverem no desafio a observarem o que estão pecando.
4 de fevereiro de 2008 |
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24 de janeiro de 2008
Um título correto para uma atitude incorreta.
Li no Meio Bit Games uma matéria sobre um tema um tanto quanto extremo. O texto foi gerado a partir dessa notícia.
Tá certo que não são os primeiros jogos a serem proibidos no Brasil, mas dizer que o um jogo “leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos ‘pesados’” para mim é o fim da picada.
Toda proibição sem fundamentos científico e social bem estruturados é burra. Essa última, em especial, considera que os pais são incapazes de julgar o que é bom para seus filhos e que a justiça tem que interceder por eles.
O comentário de uma mãe que concorda com alguns de meus pontos está aqui, veiculado na mesma empresa que apresentou a questão de forma mais negativa (do ponto de vista do jogador) do que imparcial.
O que ajuda a sociedade não é a proibição de coisas que podem ser danosas, mas sim a instrução que ela pode ter. Sem conhecimento, as pessoas fazem o que vêem sem saber das conseqüências.
Isso me lembra uma professora que contou que o filho (ele devia ter 4 anos) estava vendo um desenho animado (não vou dizer o nome para que ele não corra o risco de ser proibido) e depois começou a reproduzir nela os golpes que via. Ela deu um leve cascudo nele e perguntou se ele gostava de apanhar. Depois, ela explicou para ele que aquilo não era real e que não podia ser feito com as pessoas e assim ele nunca mais bateu nela.
O melhor caminho para resolver os problemas: conversar.

24 de janeiro de 2008 |
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