2 jogos + 1 juiz = 0 à esquerda

Um título correto para uma atitude incorreta.

Li no Meio Bit Games uma matéria sobre um tema um tanto quanto extremo. O texto foi gerado a partir dessa notícia.

Tá certo que não são os primeiros jogos a serem proibidos no Brasil, mas dizer que o um jogo “leva o jogador ao total desvirtuamento e conflitos psicológicos ‘pesados’” para mim é o fim da picada.

Toda proibição sem fundamentos científico e social bem estruturados é burra. Essa última, em especial, considera que os pais são incapazes de julgar o que é bom para seus filhos e que a justiça tem que interceder por eles.

O comentário de uma mãe que concorda com alguns de meus pontos está aqui, veiculado na mesma empresa que apresentou a questão de forma mais negativa (do ponto de vista do jogador) do que imparcial.

O que ajuda a sociedade não é a proibição de coisas que podem ser danosas, mas sim a instrução que ela pode ter. Sem conhecimento, as pessoas fazem o que vêem sem saber das conseqüências.

Isso me lembra uma professora que contou que o filho (ele devia ter 4 anos) estava vendo um desenho animado (não vou dizer o nome para que ele não corra o risco de ser proibido) e depois começou a reproduzir nela os golpes que via. Ela deu um leve cascudo nele e perguntou se ele gostava de apanhar. Depois, ela explicou para ele que aquilo não era real e que não podia ser feito com as pessoas e assim ele nunca mais bateu nela.

O melhor caminho para resolver os problemas: conversar.

Quero revanche!

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